Orações

Virgem de Guadalupe - Protetora dos Nasciturnos

Nossa Senhora de Guadalupe contra a cultura da morte

"Se ouve o sangue de teu irmão clamar a mim. " (Gen 4:10).

Nossa Senhora contra o dragão vermelho de sete cabeças. (Ap. 12,1)

A vida humana está e sempre tem estado no centro da grande batalha entre o bem e o mal, entre a Luz e as trevas.

A batalha entre a "Cultura da Vida" e a "cultura da morte".

Apenas Satanás pode se alegrar na destrução dos viventes: por sua iNossa Senhoraidia a morte entrou no mundo (cf. Sb 2, 24).

Satanás, que é "homicida desde o princípio", e também "mentiroso e pai da mentira" (Jm 8, 44), enganando ao homem, o conduz aos confiNossa Senhora do pecado e da morte, apresentando muitas vezes como logros o frutos de vida.

Desde o princípio da história humana um dos maiores enganos do demônio tem sido a instigação de assassinatos rituais de homens, mulheres e meninos, em sacrificios humanos oferecidos a diferentes 'deuses' pagãos (demônios).

Sendo o sacrifício de meninos inocentes o mais deplorável de todos.

Podemos ler no livro de Levitico como Deus fala a Moisés sobre o sério crime de oferecer meninos a Moloch, referindo-se a costume caananita de sacrificar meninos ao deus Moloch.

As pequenas vítimas eram executadas e logo incineradas. (Lev 20,1-5 e 18,21).

No continente americano, faz cinco séculos, cruéis sacrificios humanos eram realizados no imperio azteca.

Na maioria dos casos os rituais incluiam o canibalismo dos membros das vitimas.

Grande parte deles eram cativos ou escravos e os demais incluiam mulheres e meninos pequenos.

Nunca se saberá talvés com exatidão quantos foram sacrificados.

Mais recentemente Woodrow Borah, possívelmente a maior autoridade na demografia de Mexico ao tempo da conquista, tem estudado em detalhe e achado os numeros estimados de pessoas sacrificadas no Mexico central no século XV, por cerca de 250.000 por ano.

Vários métodos eram usados. As vitimas tinha o peito aberto com pedras de lava vulcânica e lhes extraiam os corações ainda palpitando, ou eram decapitados, o acertados por flechas, apedrejados, o despelados vivos, ou enterrados vivos.

Talvés o método mas popular era o levar as vitimas ao topo das piramides, onde eram acostados sobre uma pedra plana.

Ali os sacerdotes lhes abriam o peito com um pedra cerimonial e seu coração era arrancado enquantoainda palpitava. Os corpos inertes eram então arrojados abaixo pelas ingrimes escarpas das pirâmides.

Logo que os corpos, ou as partes deles, chegavam ao pé das piramides depois de uma cena com contorsões grotescas, os sacerdotes removiam as extremidades, as que eram logo cozinhadas e comidas.

As mãos e os musculos eram considerados especialmente deliciosos. As cabeças eram colocadas em gigantecos pilares de madeira, onde permaneciam em exibição.

O dois 'deuses demônios' principais do panteão azteca a quem se realizavam a maioria dos sacrificios eram Huitzilopochtli e Tezcatlipoca.

Seus 'sacerdotes' pintavam seus corpos de negro; seu cabelo, nunca se haviam cortado, estava permanentemente empastado com sangue seco.

Seus dentes estavam afilados em pontas agudas.

Todos esses assassinatos rituais alcançaram seu ápice em 1487, quando para a dedicação de um novo templo a Huitzilopochtli em Tenochtitlám (atual cidade de México), em uma cerimônia que durou 4 dias e quatro noites, sob o coNossa Senhoratante barulho de gigantescos tambores de pele de serpente, o governante azteca Tlacaelel presidiou o sacrificio de mais de 80.000 cativos.

Os meninos eram vitimas frequentes dos sacrificios, em parte porque eram considerados puros.

No ano 2002, o arqueólogo do governo mexicano João Alberto Romám Berreleza anunciou os resultados de exames foreNossa Senhoraes aos ossos de 42 meninos, em sua maioria meninos de uns 6 anos, sacrificados durante uma festa no templo maior da Cidade de México, o principal centro religioso azteca.

Todos compartiam uma carateristica: cáries avançadas, abscessos ou infecções ósseas suficientemente dolorosas como para faze-los chorar.

"Se considerava um pressagio propicio que chorassem muito no momento do sacrificio" precisou Romám Berreleza.

O historiador nativo mexicano do século 16, Ixtlilxochitl estimava que um de cada cinco meninos no México foi sacrificado.

Nossa Senhora de Guadalupe, Coatlaxopeuh, pisou esta serpente em 1531.

Hoje nos encontramos nós mesmos em meio de um enorme e dramático conflito entre o bem e o mal, a vida e a morte, a "cultura de vida" e a "cultura da morte".

João Pablo II afirmou em Denver, em ocasião do oitavo Dia Mundial da Juventude, "Com o tempo, as ameaças contra a vida não diminuem. Ao contrário, adquirem dimeNossa Senhoraões enormes.

Não se trata apenas de ameaças procedentes do exterior, das forças da natureza ou dos "CaiNossa Senhora" que assassinam a os "Abeis"; não, se trata de ameaças programadas de maneira cientifica e sistemática.

O século XX será considerado uma época de ataques massivos contra a vida, uma serie interminável de guerras e uma destruição permanente de vidas humanas inocentes.

Os falsos profetas e os falsos mestres tem logrado o maior êxito possível".

Hoje dia, millhões de bebês ainda no ventre de suas mães são mortos cada ano ao redor do mundo, em procedimentos que em alguns paises não são apenas legais, mas sim também apoiados e financiados por seus governantes.

Em muitos casos os procedimentos seguem a mesma sequencia que os sacrificios ao deus Moloch: o assassinato e logo a cremação dos pequenos meninos.

Só nos Estados Unidos de América, pais que mantém estadisticas dos abortos, mais de um milhão de meninos são mortos cada ano.

Trinta e dois milhões de abortos foram realizados nesse país somente durante os primeiros 20 anos logo que os procedimentos foram legalizados pela Suprema Corte em 1973.

Estas matanças de hoje, que fazem parecer quase iNossa Senhoraignificantes o número de sacrificios dos aztecas.

Há hoje que se diga favorável ou mesmo defeNossa Senhoraores do aborto, "em certos casos", ou "a mulher tem o direito de decidir", mas que vem em defesa deste pequenos que são mutilados vivos, ou queimados com soluções salinas ou tem seus cerebros sugados e que se importará ou dirá que não sentem dor.

Saibam que a estes pequenos tem um anjo da guarda que está de frente a Deus, e somente Ele sabe com que crueldade são tratados estes pequenos durante estes "procedimentos".

Rogemos que a Mulher vestida com o sol, na imagem de nossa Senhora de Guadalupe, Protetora dos ainda não nascidos,que nos defenda com sua profunda mensagem de Amor e Compaixão.